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Declaração dos Direitos Humanos completa 70 anos

Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 70 anos nesta segunda-feira. Proclamado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em Paris, no dia 10 de dezembro de 1948, o documento estabelece, pela primeira vez, a proteção universal dos direitos humanos, independentemente de raça, sexo, nacionalidade, etnia, religião ou qualquer outra condição. Desde sua adoção, a DUDH foi traduzida em mais de 500 idiomas e inspirou as constituições de muitos Estados.

Os direitos humanos incluem o direito à vida, à liberdade, ao trabalho, à educação e à moradia. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), eles são fundados no respeito pela dignidade e pelo valor de cada pessoa. Para Andrea Serio Bertoldi, diretora do Instituto Legado e coordenadora do Centro de Educação em Direitos Humanos da UNESPAR, ao longos desses 70 anos muitos avanços já foram conquistados, mas é importante reforçar a importância dos direitos humanos, já que ainda existem muitos problemas sociais que ferem condições básicas do ser humano.

“Temos muito a fazer nessa área e, particularmente, no nosso país. Se não tivermos sensibilidade para que algumas leis protejam os que são desiguais em oportunidades, teremos dificuldades no campo dos direitos fundamentais. Isso é importante tanto em nível de educação e preservação dos direitos humanos, quanto em nível de desenvolvimento  e oferta de espaços para criar ações de apoio e aconselhamento. Infelizmente, a agressão às minorias é uma constante em nossa sociedade e, por isso, lembrar a importância dos direitos humanos é motivo de comemoração dos avanços que já tivemos, mas também de alerta”.

Leia a Declaração Universal dos Direitos Humanos aqui 

Vamos juntos

O setor de impacto social tem mostrado um importante protagonista na busca pela efetivação dos direitos humanos. Somente na Rede Legado, há iniciativas que atuam em educação, saúde, moradia, inclusão, trabalho e migração. Participante do Projeto Legado 2018, o Instituto Aurora trabalha com promoção e educação em Direitos Humanos, tanto em espaços de ensino formal, quanto não-formal. Da mesma turma, a Trópico atua com audiovisual para a educação, difusão e produção de conteúdos com impacto social, projetos independentes, filmes para institutos, ONGs, fundações e negócios sociais conectados aos direitos humanos e o meio ambiente.

Por falar em audiovisual, compartilhamos aqui o documentário MEU TETO. Gravada em 2016, a produção mostra a realidade de famílias que vivem nas comunidades Vila Nova (Colombo) e Parolin (Curitiba). Junto com voluntários da organização, foram construídas 15 novas moradias. Assista:

#apoieosdireitoshumanos

10/12/2018|Notícias|